Descrição
Era uma vez uma mulher era bela, habilidosa, virtuosa e sábia. Ela gozava do amor e da confiança incondicional do marido, do respeito dos filhos e da admiração da sociedade.
Produtiva, era muito competente em suas atividades profissionais e domésticas e extremamente rigorosa com horários e compromissos, apesar disso, conseguia reservar bastante tempo para si mesma e cultivava a espiritualidade. Tinha elevada auto-estima e não abria mão das atividades que lhe proporcionavam prazer e realização pessoal. Gozava de bom padrão econômico – seu marido era um juiz – e sabia apreciar as boas coisas da vida, mas rejeitava o consumismo e as futilidades: era solidária e importava-se com a causa dos menos favorecidos.
Essa mulher contava com a gratidão e o reconhecimento da família por tudo o que ela era e fazia e, sobretudo, era bela aos olhos de Deus. Essa “mulher ideal”, cujo nome é desconhecido, é descrita por um rei no capítulo 31 do livro bíblico de Provérbios de Salomão. Ainda que seja uma personagem perdida no tempo, ela reúne as qualidades e virtudes que toda mulher sonha para si. E é a partir da “mulher de Provérbios 31” que Elizabeth George sugere à leitora que ela também pode ser assim.







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